segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Aquele último post do ano!

Alô amigos, alô família, alô pessoas que não me conhecem! Bem-vindos ao último post do ano de 2009! A saída de emergência está localizada no canto superior direito da sua tela, sinalizada com um 'x'. Não possuímos serviço de bordo, mas não há motivo para pânico! Estou certa de que tem muita gente ainda tá comendo as sobras do Natal.
Esse ano foi um ano bom, né? Um ano bem bacana, muita coisa diferente aconteceu na minha vida, e quem acompanha essa belezinha tá sabendo. E ainda temos 3 dias, então nada de se precipitar se você acha que seus outros 362 foram uma bosta!
Temos coisas novas vindo em 2010, pra quem quer saber. Novidades da área musical! Então quem gosta daquela menina chamada Paula Laurentino, aguarda aí que tá chegando!
Daqui a algumas horas estarei a caminho de São Paulo. Então provavelmente ficarei um tempo sem postar nada. Mas, né? QUEM LIGA? Todo mundo vai tá na praia, é férias, é folia, é beber cozamigo até o outro dia! Vão nem sentir falta!
E deixa eu dizer, que eu também não vou não, tá? Porque eu vou estar lá, respirando ares de poluição e não tô nem aí! Vou linda para o Ibirapuera ver as luzes e a exposição do Pequeno Príncipe, vou ver minha linda amiga Mikaela, vou ver outras amigas lindas, vou ver gente que eu gosto e tenho saudades. Vou sair pras baladas, vou continuar feliz! E minha virada de ano pode até ser que seja no meio da rua, na Paulista, agarrada com algum bêbado desconhecido, mas vai ser ótima, disso eu sei!
Então, eu quero desejar à todos um FELICÍSSIMO ANO NOVO! Tudo de bom pra vocês, muita positividade, muitas realizações, muita sorte, muita paz! E a expectativa a gente deixa no zero, pra não estragar, né? Vamos na onda dos dias, que tudo fica certo. Assim espero!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Acabou o papel

O Natal chegou. E com ele as luzes, linda ornamentação, o brilho da cidade. Er... not! Que decoração porca essa da nossa cidade Natal, hein? Nem comento mais. As luzes da Roberto Freire, já viram? Parece que alguém largou lá às pressas e saiu. Mas, tudo bem, tudo bem! A coitada da prefeita deve ter ficado tão complexada com as críticas sobre a sua decoração (feita por um designer famoso e etc), que pagou até uma matéria no Jornal Nacional, falando sobre o natal em Natal, e um desfile que eu nem ouvi falar. Vamos encarar os fatos: tá feio, e pronto. Fim de história.

Vamos falar do meu natal: em casa, comendo bacalhau (não, não vai ter peru esse ano, minha mãe disse), e vendo sei lá qual especial de Natal que vai passar na Globo. Depois eu venho pra cá, faço o que eu sempre faço... enfim, minha vida não vai mudar.
Mas eu gosto do natal. Realmente gosto. Acho lindo que de repente o coração de todo mundo se enche de amor, né? Esperança, paz, boa vontade...
Eu só queria neve, frio, tomar chocolate quente em frente à lareira enquanto leio um livro. Queria tanto...
Mas tudo bem, por enquanto eu vivo aqui nesse calor infernal de uma cidade com nome de feriado de fim de ano.
Um enorme, imenso, gigantesco Feliz Natal pra todo mundo. Muita saúde e paz, muitos presentes, muita harmonia, muito peru molhado na gordura, muita rabanada, muito pisca-pisca (meu Deus, que viadagem!). Muita viadagem também, why not?
Feliz Navidad, Merry Christmas, blablabla, hohoho :)

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Vida e obra

Acho que eu deveria seguir o exemplo de Frank Aguiar, Lula, e Os Dois Filhos de Francisco, e eu mesma produzir o roteiro da minha história de vida para a indústria cinematográfica. Afinal, vai que alguém se interessa, né? É uma trajetória muito emocionante. Eu já tenho experiência no quesito biografias (vide "Weber, Uma História", escrito e produzido no ano de 2004, co-escrito/produzido por Carliane Sousa).

Eu pularia o capítulo sobre o meu nascimento. Todo mundo sabe como os bebês vêm ao mundo. Todo mundo sabe que é nojento, é seboso, é doloroso, e se você quer saber minha honesta opinião? Eu não acho que tenha nada de mágico em nascimentos. O ato de parir, em si, é muito tudo isso que eu falei aí. Você faz força e sai até o que você não quer, você tá lá toda arreganhada com um pedaço de cabeça saindo de dentro de você... A mágica só começa DEPOIS. Quando você vê o filhinho, todo feiosinho e enrugado, todo melecado de sangue, chorando as tripas fora, nos seus braços, doido pra arrancar um pedaço do seu peito de tanta fome. Mas é seu, veio de você, é uma vida, e a vida sim, essa é linda!

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Hoje eu vou prosear sobre a aventura vivida ontem. Foi aniversário de uma amiga (Amara), daí eu, Feli e ela fomos dar um rolé lá pela Zona Norte, tomar uma gela com a galera do metal, e etc.
A minha imagem da ZN é bem distorcida. É que eu tenho na cabeça que é um lugar violento e marginal e cheio de cafuçagem. Mas, ó... nem é (TANTO como eu pensava), tá? Gostaria de deixar bem claro o meu total respeito pela galera bacana de lá! A gente só vê no jornal os tiroteios, e mortes, e perseguições acontecendo lá, aí quer que tenhamos que ideia? Minha mãe trabalha lá, e ela me conta cada bizarrice que eu me espanto. Mas, enfim... Foi quase um passeio turístico.
Fazia tanto tempo que eu não pegava um ônibus que tinha até me esquecido que a passagem agora custa R$ 2,00. Mas, isso é detalhe.
No caminho, a polícia manda encostar o ônibus pra fazer um baculejo. Lá vai o amigo Feli descer, abrir as pernas, colocar a mãozinha na parede, ser vistoriado, enquanto eu e Amara estavamos a ponto de explodir em lágrimas (de tanto rir!).
Chegando lá, mortos de fome, resolvemos comer um sanduichão lá no ... coméronomemesmo? Bom, enfim... o famoso Sebosão nosso de cada esquina.
Só para constar: eu não como sebosão. Eu, diferentemente de milhões de brasileiros, só comi sanduíche de esquina DUAS vezes na minha vida. Então, devo dizer que pra mim isso é SIM uma aventura, ok? Porque eu fico pensando nas milhares de bactérias e doenças que eu estou sujeita a pegar ao ingerir aquela maionese caseira. Faço cara de nojinho, meu estômago embrulha, etc, etc... Dessa vez eu encarei na cara e na coragem, e putaquepariu, hein? Que negócio gostoso. Pittsburg perde fácil! E era mega ajeitadinho o local, então talvez seja por isso que eu não demonstrei nojo, nem nada parecido.
Daí que a gente bebeu, se embreagou... Foi ótimo! Até com os pequenos deslizes que não deveriam ter acontecido e aconteceram, que isso a gente deixa totalmente off dos comentários. Joguei futebol às 5h da manhã com um povo que nunca vi na vida, tirei um pedaço do meu dedo não sei como. Jogar futebol semi-bêbada às 5h da manhã e arrancar um pedaço do dedinho do pé, quem curte?

Olha só como são as coisas... só isso já dava um puta filmão! Melhor que o de Frank Aguiar e seus teclados, tenho certeza. Fico imaginando quem deveria fazer o meu papel... Não sei de ninguém suficientemente eu, além de mim. Se alguém tiver uma sugestão, se prontifique, tá?
Veremos o que dá pra fazer! :D






terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Depilação de quarto


Não, eu não estou ficando doida. Quer dizer, talvez eu esteja. Acabei de "destruir" anos da minha adolescência.
Todo mundo que entrava no meu quarto dizia: 'Nossa, que paredes legais! Você é viciada em Harry Potter! Olha que legal!'
Realmente, tudo é muito legal quando você tem 14 anos.
Só que não fica muito legal, nem pega muito bem quando você já tem 19 e seu quarto é exatamente o mesmo de quando você morria pelo Daniel Radcliffe. Por isso, hoje eu decidi mudar. Finalmente, depois de muito adiar, e muito ter preguiça para tirar tudo, eu o fiz. Com um súbito ataque de coragem, peguei uma tesoura e fui à luta. Meu poster de Miss Simpatia, Harry Potter, as várias fotos de revista... Enfim, meu quarto como vocês conheciam não existe mais.
Agora é só esperar pintarem. Enquanto isso, talvez eu desenhe com giz de cera, ou sei lá. Só quero que meu quarto fique de um jeito que eu goste. Esse vazio não rola!
É só que... eu precisava mudar, né? Tava na hora de seguir em frente com a minha vida adulta (adulta?).
Encarem isso como um amadurecimento, tá? Uma mudança interna.
(porra, mas foram anos recortando e colando coisas... confesso que deu uma dor no coração! haha mas é a vida!)
Anyways, é isso mesmo.

domingo, 13 de dezembro de 2009

Revolta gastronômica, talvez?

Estou altamente decepcionada! Sabe quando você tem uma vontade grande de comer alguma coisa? Você pode estar cheia até a garganta, mas quando pensa na comida chega a dar água na boca?
Eu estava assim por comida mexicana, qualquer comida mexicana. Desde que eu voltei dos Estados Unidos (e isso já faz 2 bons anos!) estava no desejo de comer burritos, fajitas, enchiladas, e especialmente nachos com guacamole. Mexican nachos mergulhados em queijo e guacamole.
Daí que eu vejo numa revista que há um restaurante mexicano em Natal. Qual a minha reação? VAMO NESSA!

Vou dizer uma coisa, viu? GRANDES BOSTA essa porcaria de restaurante. Me diz de que adianta ter bandeiras mexicanas, ornamentação de cactos bonitinhos, se você pede NACHOS e eles dizem que eles são, na verdade, DORITOS? Grande decepção. Nos levantamos e fomos embora. (O nome do restaurante é Cactus, em Ponta Negra. Eu não recomendo, até que eles providenciem real nachos!)

Esse final de semana eu recebi uma intercambista americana aqui em casa. Só por 3 dias, a gente abrigou o pessoal do Rotary que tava visitando Natal. Foi curto, mas ainda assim muito legal. Lauren (a americana que tava aqui) é muito gente boa e tá ficando em Recife. Espero que ela aproveite as férias e venha pra cá de novo.

- Ah, eu vou documentar a mudança do meu quarto. Quem conhece sabe a quantidade de posters de Harry Potter e etc que tem nas minhas paredes. Não rola uma menina de 19 anos continuar com as paredes de uma época de quando ela tinha 12. A preguiça era maior, não queria deixar tudo vazio sem nada, mas uma hora as coisas têm que sair! E vai ser alguma hora nessa semana, prometo!

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Dez e Nove



Todo ano eu acordo desejando um dia sem azar. Mas não tem jeito, sempre alguma coisa vem de errado. E eu fico pensando: 'tinha que ser hoje? Justamente hoje?'. Receber boletim recheado de notas vermelhas (a entrega de boletins na minha época escolar era sempre no dia do meu aniversário), sandália rasgar no meio da rua, o salão estar fechado exclusivamente nesse dia, levar mordida de cachorro e esperar trancada do lado de fora de casa num frio de -3 graus, como aconteceu em 2007. Aniversários são dias comuns, a gente que faz deles uma grande coisa. A gente pensa 'nada de ruim pode acontecer hoje!' como se o dia, por ser sua data de nascimento, fosse automaticamente protegido de qualquer coisa fora dos seus planos de dia perfeito. Bom, eu superei essa fase. Não penso que tem que ser tudo exatamente perfeito. Só quero que seja bom, como um dia comum deve ser. Com problemas insignificantes que todo dia comum tem. Qual vai ser o meu problema insignificante dessa vez (além da prova de português)? O que será que o dia me reserva? Esse ano vai ser diferente. Não tenho expectativas. Só quero que seja bom, normal, simples assim. Gostaria de ver as pessoas que eu gosto, bater um papo bacana, receber telefonemas (ainda que eu sempre fique sem jeito na maioria deles), e né... eu sou humana, adoro ganhar presentes. Sem pressão psicológica, amigos. Cada um dá o que pode, e eu tô levando em conta o recebimento de muito amor, viu? Quem quer comer um bolinho comigo mais tarde? Tô aceitando sugestões!
Enfim, parabéns pra mim! :)

sábado, 28 de novembro de 2009

Me dá logo?

Sorvete de chocolate com calda de chocolate; sorvete de flocos com calda de chocolate; sorvete de menta com chocolate; sorvete de côco com calda de kiwi; picolé de limão; Açai. Frio; neve; natal; pinguins; luzes; desejos; sonhos; presentes; Papai Noel. Livros; massagem; amor; beijos; alguém que coçe a minha cabeça. São Paulo; reveillón; Mikaela; balada; matar saudades. Fernando de Noronha; fotos; pôr-do-sol; navio; golfinhos; bebidas 0800; ondas; liberdade. Comer; deitar; dormir.

Não necessariamente nessa ordem.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Hopenhagen


"When people lead, leaders follow"


No dia 7 de Dezembro, em Copenhagen, vai acontecer a "United Nations Climate Change Conference". Líderes mundiais vão se reunir pra discutir sobre o clima. O que pode ser feito para amenizar os efeitos do aquecimento global, falar sobre sustentabilidade, etc.
Tem gente que pensa "Ah, tá tudo derretendo mesmo! Dane-se o urso polar". Se você é uma dessas pessoas, eu sinto muito. Sinto muito por você, pela sua família, pelo seu futuro. Mas, se você é assim como eu, e quer um futuro melhor para as próximas gerações, para o seu planeta, e ama todos os animaizinhos (tirando as baratas), eu te peço encarecidamente: assine a petição.

É muito fácil, e não leva nem 2 minutos.

O que fazer?

1 - Clique aqui: Hopenhagen
2 - Lá em cima vai ter 'Sign the petition', clique.
3 - Coloque suas informações, e voilà!


Dia 7 é o meu aniversário, então por favor, assinem isso em minha homenagem. Obrigada!




sábado, 21 de novembro de 2009

Revolta com a população ''Natalina''

Primeiramente, antes da leitura desse post, gostaria de pedir para que vocês vejam este vídeo do querido amigo Fred.

É impressionante como eu me identifiquei com tudo que ele disse. Inclusive, há muito tempo que eu queria comentar isso por aqui. Nem sei se cheguei a falar alguma coisa, mas enfim. Se não disse antes, vou dizer agora: É INSUPORTÁVEL! A "igualdade" nessa cidade me irrita profundamente. Quando você é diferente, e passa, aquele monte de gente igual te olha com ar de reprovação. Oi? Ridículo.
As pessoas aqui não sabem ser diferentes. Se alguém tem uma franja ou usa um all star - é emo. Se alguém tem estilo e se veste com originalidade - é emo. Eu fico puta da vida com isso.
Eu sofro desse mesmo problema. Lá vai um monte de patricinha, TODAS vestidas do mesmo jeito: sandália alta, o short do momento, a blusa do momento, as pulseiras do momento, e um kg de maquiagem na cara.
Sabe a sensação de ônibus lotado? É como eu me sinto quando estou num ambiente desse. Você inconscientemente se espreme pra não chegar perto... Bom, é algo assim que acontece na minha mente.

Não gostam de gente diferente, não respeitam gente diferente, é tudo ali... naquele microcosmo. Aquela vidinha de médicos/advogados/engenheiros/admnistradores (as outras profissões não estão de fora, eu só estou enfatizando as 'do momento' e 'do dinheiro') que são, em sua maioria, um monte de filhinhos de papai que querem mostrar quem tem mais dinheiro, quem pega mais mulher, quem fica com mais meninos em menos tempo, quem pega sei lá quem no carnatal e quantas vezes, etc, etc etc.
Enfim, odeio isso. Odeio esse tipo de gente. Dou graças a Deus que minha personalidade é só minha, eu sou do meu jeito, me visto como eu gosto, como eu quero, como eu me sinto bem. Ando com gente que eu gosto, porque elas me fazem bem. E embora aqui não tenha tantas opções de lugares que "fazem meu tipo", eu acabo achando algum lugar com o qual eu me identifico. Mesmo que seja o mesmo lugar. (E o jeito?)

Pois é. Fred, se você resolver jogar essa bomba atômica um dia, por favor me tire daqui também, tá? Eu gostaria de ir com você para o mundo da aceitação de estilos.

"Eu me revolto profundamente com as pessoas que se metem na minha vida. Entendeu? Pois é, é isso mesmo, pra você aí de Natal se você me ver aqui e não gostar da minha roupa, achar que eu me visto diferente demais para a sociedade natalina, então todos vocês vão tomar no cu (...)"

/chorameligabeijos


Nota:
Eu gostaria de deixar bem claro que eu não estou 'reprimindo' quem gosta de usar as roupas que eu descrevi (exemplo do short, salto e blusa do momento), nem quem gosta de forró (ou de qualquer música do momento), nem quem curte o Carnatal, e etc etc. Mas se você é assim SÓ pra ser igual aos 'do ambiente', aí sim. É pra esse tipo de gente que vai a minha crítica. Pra quem acha que só é importante se vestir igual aos do meio, gostar do que os outros gostam só porque os outros gostam, e etc. Se você é assim, meus pêsames. Pronto, era só isso.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Subjetivando

Sabe quando um turbilhão de coisas passam pela sua cabeça e no final das contas você não consegue organizar seus pensamentos? Estou nessa! Muita coisa vem ao mesmo tempo, e eu tento afastar os pensamentos ruins, as coisas que não me fazem bem, mas no final - talvez pelo excesso de criatividade - elas acabam ainda mais fantasiosas.
Ontem foi um dia daqueles que eu só consegui dormir quando o cansaço físico superou a agitação mental. 5 horas da manhã, e eu pensando em coisas de anos atrás, revivendo histórias que há muito já estavam enterradas em algum lugar da minha memória. Até que eu finalmente consegui relaxar e deixar o sono tomar conta de mim.

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Deixa a subjetividade fluir:

  • A saudade que eu sinto é uma saudade diferente. Uma coisa meio vaga, que talvez nem tenha nome. Talvez nem seja saudade, só algo parecido com isso. Me acostumei com essa ausência, e a raiva, por muitas vezes, virou indiferença. Pior que a indiferença é a pena. E pena eu não quero mais ter. Não quero ter motivos para ter. Que a distância aproxime, então.

  • "Eu não sou vingativa. Eu não sou vingativa. Eu não sou vingativa. Eu não sou vingativa. Eu não sou vingativa. Eu não sou vingativa. Eu não sou vingativa." - Repete 10 vezes, olhando dentro dos próprios olhos no espelho. "Eu não sou vingativa, mas há momentos em que eu deveria ser!". Tem gente que merece. Mas eu não forço, sabe porque? A vida vai dizer o que eu, muitas vezes, já disse.

  • Minha curiosidade quase que mata 20 gatos. Nem sou disso, mas da vez que eu fui me meter no que é dos outros, acabei fazendo bosta. AVISO: Não tente desfazer a merda. Apertar mil vezes o botão não vai cancelar o envio de nada, e sim acabar fazendo você enviar outra coisa diferente, pra piorar a situação. Caixas de saída de todos os meios de comunicação, favor tomar no cu.

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AOS AMIGOS VESTIBULANDOS:

Meus sinceros desejos de BOA SORTE! Tentem esquecer as preocupações, as coisas chatas, a pressão. Concentrem-se em vocês, e nem precisa ficar se lembrando do quanto vocês estudaram. Se foi pouco, se foi muito, o que quer que tenha sido. A gente sabe que não é só o estudo que faz passar, e ó, às vezes você vê o resultado depois, e olha pro estudo e diz : 'grandes merda você, viu?'. Que venha o melhor, estou nessa vibe super positiva, quero ver vocês sijogando nas esquinas e sinais, nesse trote-muito-louco. Beijo enorme, lindos. :*

domingo, 15 de novembro de 2009

Dia de feira







Quando? Sábado, às 8h da manhã. Não é bem o melhor horário, só que ir à feira às 6h da manhã não é comigo não.
Você pode se perguntar:

"Você está sugerindo que eu vá também? Enfrentar fedor, muita gente, etc etc em pleno sábado de manhã, se eu posso ir ao supermercado mais próximo? Claro que não!"

Mas é isso mesmo! Não custa nada ir à feira uma vez na vida. É um hábito que tá se perdendo no tempo! Sim, NO tempo. Hoje em dia a gente pensa logo que isso é coisa de avó dona de casa, vai negar? Quando a gente pode ir ao conforto do supermercado, organização de produtos, sem feirante anunciando nada.
O quê? Pois eu digo: VÁ! Você vai se divertir vendo cada um anunciando mais barato que o outro, ou de 'n' formas diferentes. Vai encontrar 12 bananas por R$1, frutas frescas e baratas, sem fila, sem ter que se preocupar com qual cartão de crédito quer pagar, e sem ter que carregar sacola! É só dar R$2 pra qualquer menino que aparecer se oferecendo, e eles te seguem o tempo inteiro com um carrinho-de-mão. Você poode comprovar se a acerola está docinha como o feirante anuncia, comparar com o preço dos grandes estabelecimentos e etc.
Ir de vez em quando não tira pedaço e é bem legal. Eu fui ontem com a minha mãe, e aproveitei pra tirar essas fotos. Vai que serve de incentivo, né?






segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Como vai a sua vida?

São 4 horas da manhã e eu não consigo dormir. Não sei se é certo considerar insônia quando isso já tornou-se um hábito. Durmo tarde, acordo tarde. Pra vocês terem uma breve ideia de como tem sido a minha rotina, vou compartilhar: minha mãe e meu irmão chegam em casa na hora do almoço. Nicko late; Edil e minha mãe brigam sobre as notas dele no colégio; Edil discute com Maria; Nicko late; minha mãe briga com meu irmão; meu irmão bate a porta com força; Nicko late; minha mãe abre a porta do meu quarto e diz: 'vai almoçar?' e fecha antes que eu diga que não. Eu escuto tudo, semi-acordada, com uma preguiça além da conta de me levantar e beber um copo d'água que seja. Durmo até as 3 da tarde.
Acordo já pensando se vou fazer miojo, ou se espero minha mãe chegar novamente em casa trazendo pão fresco da padaria. Muitas vezes escolho a segunda opção, simplesmente por ser mais fácil. Levanto, pego meu café e vou direto pro computador do escritório. Nicko se espreguiça em mim, eu digo 'Oi, lindo', e a gente brinca rapidinho. Olho meu twitter, orkut, mas não entro no msn. Aprendi que as pessoas não estão online às 3 da tarde. Quem faz alguma coisa importante de manhã, aproveita algum tempo livre da tarde e tira um cochilo. Ou estuda. Ou faz qualquer outra coisa digna de se chamar 'atividade'. É inútil entrar no msn, então eu simplesmente fico encarando a tela do pc pré-histórico, muitas vezes xingando e lembrando os bons tempos antes do problema com a placa mãe do meu notebook.
Quando eu tenho saco, deito no sofá e vou ver a gravação do capítulo da novela da noite anterior. Acelero todas as partes que Marcos ou Sandrinha aparecem. Minha mãe chega em casa, traz o pão. Geralmente eu ainda estou com a caneca de café nas mãos, então pego um pão e pronto. Dá a hora de sair com Nicko, e eu muito alegremente vou passear na praça. A gente anda, e toda vez paro na casa da esquina e fico babando o casal de Golden Retriever que late feliz pra gente.
Às vezes, eu leio uns textos da faculdade quando chego em casa. Ou antes de sair. Mas, vou admitir que tem uma pilha de folha de Teoria da Comunicação que eu nunca nem cheguei perto. Nem pretendo, se vocês querem saber. E se vocês pagassem essa matéria, saberiam exatamente do que eu estou falando.
Fico enrolando no computador, desenho, vejo o Google, leio algumas notícias, posto no meu Twitter. Finalmente, entro no msn. Continua sendo inútil, já que sempre entro faltando pouquíssimo tempo pra sair, e não dá tempo de falar muita coisa com ninguém. Me arrumo apressada pra ir pra faculdade, e apesar do trânsito, na maioria das vezes eu chego a tempo, sem grandes atrasos.
Segundas e Quartas eu passo o segundo horário desejando estar em outra dimensão. Hora altamente oportuna para eu aperfeiçoar meus desenhos. Já deve ter umas 5 páginas do meu caderno dedicadas à eles. Ninguém merece Língua Portuguesa, já cansei de comentar isso por aqui.
Volto pra casa, como alguma coisa, brinco com Nicko, vejo um pouco de qualquer coisa na tv da sala, minha mãe pergunta se meu irmão já arrumou a bolsa. Ele sempre diz que 'ainda não'. De volta ao computador (e novamente lutando contra a lerdeza dele!) eu converso com gente que não queria que tivesse longe de mim. Tenho saudades, e faço planos. Fica por isso mesmo até altas horas da madrugada, quando resolvo sair e vou ler. Pego qualquer que seja o livro que eu esteja lendo ("O Analista" - John Katzenbach) e só paro quando meus olhos começam a pesar e meu corpo não aguenta mais a mesma posição. Desligo as luzes e mudo de canal umas trezentas vezes. Paro no Animal Planet sempre que passa alguma coisa sobre os Orangotangos, ou Hospital Veterinário. Cartoon de madrugada só passa Pica-Pau, e não dá pra engolir aquela risadinha nessa hora. Mudo pro Discovery Home & Health e fico assistindo qualquer coisa familiar, culinária, tanto faz. Olho pela cortina e vejo que está amanhecendo. Resolvo dormir.
Mil e quinhentos xixis depois, eu adormeço.

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Isso é um ciclo. No outro dia a mesma coisa vai acontecer, talvez com poucas modificações. É sempre igual, sempre assim. E hoje - agora há pouco, na verdade - eu percebi que ESSE é o problema. Esse é o meu problema. O que está atrapalhando a minha vida.
Enquanto eu me remexia na cama, aguentando a dor insuportável no meu pescoço, eu percebi: NÃO TENHO UM PROPÓSITO.
Isso me deu medo. Muito medo. Eu não tenho um motivo. Eu não acordo mais de manhã e penso 'vou fazer isso', sabe? PERDI a noção das coisas. Não tenho nada que me prenda às rotinas, aos trabalhos, ao importante. Eu não faço mais nada. E isso me incomoda profundamente.
Pensando nisso, eu não consegui mais dormir. Já são 4 e meia da manhã, tem um monte de passarinho cantando pela rua, o céu ficando claro, e eu aqui, desabafando sobre como eu descobri que não tenho mais motivação dentro de mim. Gente, eu me perdi. Alguém tem noção de quão preocupante é isso? Sério, eu estou desesperada.
Não culpem a internet, ou o meu tempo passado nela. Não é essa a questão. Nunca foi, já que antes eu conseguia conciliar tudo. Não é a internet que me prende. Na verdade, NEM ELA me prende a ponto de ser motivo de discórdia psicológica dessa minha falta de 'ser/fazer/estar'.
Nas férias eu acordava cedo, ia surfar, voltava, lia, tocava violão; eu tinha uma banda, eu ansiava pelos ensaios; eu dava aulas, me preparava, achava graça, recebia um pagamento. E agora? O que eu tenho? Não surfo mais desde que minha prancha quebrou. Não tenho mais banda, não tenho um emprego.
O que eu tenho? O que eu faço? Do que eu preciso?
Preciso de uma solução. Eu vou achar, não se preocupem. Vou consertar essa bagunça.
Não sei, talvez não seja tão grave, e eu estou sendo melodramática, e agora todo mundo vai pensar que eu tenho um grande problema. Não vou apagar esse post depois de tanto tempo que levei para completá-lo. Amanhã (ou mais tarde) eu vou acordar, e ler isso tudo, e pensar 'É verdade, Paula. MEXA-SE!'
Muita gente não consegue entender o motivo de eu aguentar dormir até tão tarde. Simples! Meus sonhos são muito legais. E eu cheguei ao ponto de muitas vezes preferir dormir a ter que estar acordada fazendo nada. Isso é deprimente. Existe uma voz dentro de mim que grita: 'PAULA, VÁ VIVER!'. Melhor, mais agitadamente, com alguma coisa em mente. Eu tava pensando, qual o meu objetivo? Eu não tenho mais um objetivo desde quando? Por isso eu preciso de algo novo e diferente. É por isso que eu falo em sair daqui.
Olha, eu não quero que ninguém me entenda mal. Tô pensando que vão ler esse post e pensar 'essa menina tá deprimida, tá doente, pelamordedeus!'. Eu sou feliz, existem outras coisas que me fazem feliz, e eu me gosto bastante, não há motivo para pânico!
Pode estar sendo um exagero da minha parte. Talvez seja, talvez não, talvez mais ou menos.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Falando mesmo

Eu falo mesmo que o final de ano tá se esfregando na minha cara, e eu já estou doida pelas férias da faculdade. E é porque eu não tô tendo nem metade dos trabalhos que muita gente tá tendo. Relatórios e etc. Ainda não, pelo menos. Isso me deixa com um sentimento de vagabundagem, que instalou-se o ano inteiro no meu frágil ser.

Eu falo mesmo que não vou afirmar estar amando meu curso. Todo mundo me pergunta 'e aí, tá gostando?' e quando eu respondo 'é, tô sim' ficam achando desanimado. Mas, gente... QUALQUER início de curso não é tudo que você sempre quis. Tenho matérias que me dão súbita vontade de cometer suicídio de TÃO INSUPORTÁVEIS que são. Português, por exemplo. Porra, eu passei A VIDA estudando Português, pra chegar na faculdade e ter que ver as mesmas coisas, com outros nomes? E de quebra a professora é meio surda, meio fraca da cabeça. Teoria da Comunicação (matéria que meus amigos jornalistas também pagam) é um SACO. A definição de 'empurrar com a barriga'. E o que fazer? Aguenta firme! Um dia eu vou responder 'Tô A-M-A-N-D-O! Mas hoje eu me conformo em dizer que tá legalzinho. Deal with it!

Eu falo mesmo: eu acho o Carnatal a maior perda de dinheiro. Tudo bem, eu já tive vontade de ir, e nem vou mentir, ainda tenho. Mas não é aquela coisa de 'vou morrer se não for, vou comprar meu abadá mil séculos antes que acabe, vou, TENHO que ir em bloco tal...' etc. Nunca fui, nem me arrependo de não ter ido. Fui pra arquibancada uma vez (oi, fim de carreira!) e só. Ano passado, eu e Carliane ainda fomos em cima da hora (MESMO!) procurar alguma coisa. Nem achamos, voltamos pra casa, e ainda fomos confundidas com prostitutas.
Um dia eu vou, quem sabe. Enquanto isso, vou aproveitar melhor o meu dinheiro.

Eu falo mesmo que falar de dinheiro me deprime um pouco. Tanta coisa que eu queria ter e não dá porque não tenho dinheiro suficiente pra gastar com futilidades. Exemplo: violão novo, apartamento novo (ou uma casa, com quintal, pra eu poder ter minha Lab chocolate!), um Adidas Star de cada cor, ter um pequeno estúdio para eu gravar minhas músicas em casa, um macbook, viagens e mais viagens. Só que né, isso TODO MUNDO quer. Então eu reconheço que não sou nenhuma exceção e que muita gente compreende essa sensação. Me dá certa vergonha de querer tão mais do que eu já tenho, quando algumas pessoas só gostariam de um prato de comida. Eu gosto de pensar nos outros, não posso fazer nada se sou assim. Tem gente que acha ruim fazer esse tipo de associação, mas às vezes, mesmo que não faça diferença alguma, eu penso tipo 'pô, eu tenho isso e fulano lá num sei aonde não tem!'. E vou nem mentir, muitas vezes eu penso 'problema de fulano se ele não tem, não é minha culpa!'
Eu queria muito ajudar, tipo, vamo generalizar por um instante e falar na África. Vocês têm noção de quanto é passagem de ida e volta pra lá? Tipo, uns 12 MIL REAIS! Sim, aí você, que tem casa, comida e roupa lavada, mas não tem dinheiro pra comprar o tênis que sua mãe não quer/pode te dar vai ter 12 MIL REAIS pra gastar ajudando crianças africanas? #AngelinaJolieFeelings E só uma observação: se eu por acaso tivesse dinheiro pra ir, eu escolheria ajudar as reservas ambientais com o controle de natalidade dos elefantes.


P.S. significativo: Não é porque você não tem dinheiro pra ir pra África ou sei lá, Ubequistão (?) que você não pode ajudar sua cidade. Tem monte de instituição precisando, não custa nada dar uma mãozinha, um pézinho, e quem puder até um corpinho inteiro. Mesmo que seja esporádico, mas fazer boa ação sem ter que ter nada em troca é tudo de bom, viu?

Eu falo mesmo que ultimamente tô me achando uma pessoa muito estranha. Não entendo quão estranha, nem sei exatamente como isso me afeta. Crise existencial, sabem como é.





e por enquanto é só.

sábado, 31 de outubro de 2009

< Insira aqui sua risada maléfica >

31 de Outubro, minha gente! Eu sei que aqui no Brasil o Halloween nem é uma data TÃO comemorativa assim. Mas né, a gente ainda insiste em fazer festas e mais festas. Afinal, qualquer coisa aqui é digna de comemoração. Aqui não tem outono, nem abóboras decorando as casas, nem criancinhas saindo nas ruas pedindo 'doces ou travessuras'. Se tivesse, quem é que diabos (há!) abriria as portas para distribuir doces pras crianças? Vai que a criança aparece com um 38, invertendo os papéis e metendo bala na sua cabeça? (ok, exagero mode ON!) A gente já tem o dia de Cosme e Damião (que eu nem sei qual é, mas Didi já fez um filme sobre isso! HAHA).
Sendo bem chata, eu diria que isso de 'trick or treat' é uma coisa inventada pelos dentistas. Qual é, imagina o tanto de paciente-pós-halloween não aparece? Eles devem até ter alguma piada interna, criar sigla (PPH, ou PHP (post-halloween-patient)). Bom, se é isso ou não, é no mínimo conveniente. E ei, eu acho o dia super bacana, quando bem aproveitado. Acho o máximo.
Um dia, eu prometo a vocês, me vestirei de árvore ou policial sexy. Tipo, sempre quis! Falta só coragem de procurar a fantasia. Próximo ano nós veremos!
Então, eu ia fazer uma lista de filmes de terror, mas bateu a preguiça, e a Warner Channel já fez isso, é só ligar lá e ver as propagandas de A Casa de Cera, Premonição 3, Halloween etc.
Então eu fui lá no querido e amado Google, joguei 'histórias de halloween' e peguei uma das primeiras que eu vi. Achei engraçada, tive pena do envolvido. Olhaí:


"Há muitos anos atrás, um grupo de amigos em Ouro Preto - MG resolveu fazer uma aposta. Entrar a meia noite numa cova vazia que estava aberta no cemitério local.Todos os cinco entraram , mas o último, ao sair da cova, gritou de horror... Alguém o segurava e o puxava para dentro do buraco. Apavorados, os outros fugiram do local.No dia seguinte, encontraram um jovem de aproximadamente 25 anos, com os cabelos totalmente grisalhos, e expressão de horror, morto, dentro da cova aberta.Na sua calça jeans, estava agarrado um pedaço de raiz, que o prendeu e o matou de susto."

Caso alguém tenha interesse de fuçar e seja simplesmente muito preguiçoso pra ir lá pelo Google, clica aqui pra poder dizer 'achei uma merda.' Se você realmente não tiver o que fazer, vai aqui pra ler umas histórias mais elaboradas (que eu não cheguei a ler, só passei o olho rapidamente). Tem um fórum, ou algo parecido, que tem histórias também, só clicar aqui.

Obs.: Nada dos 'aqui' é vírus, eu não sou tapada e nem tenho fotos das festas que você foi, muito menos fiz montagens ou cartões românticos. Só avisando! (:


Muahahabeijostchau

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Reading Soundtrack

Ontem o shuffle do meu iPod estava de MUITO bom humor, e enquanto eu lia ele selecionou só músicão para ser trilha sonora. Então, vou seguir o exemplo da amiga Bianca e postá-las como lista. Mas elas não estão em ordem de preferência, nem nada parecido. É só uma lista de músicas agradáveis para se ouvir enquanto lê (como ela disse, é um jeito novo de descobrir músicas novas, e etc!). Enjoy!

1- Nowhere Warm - Kate Havnevik
2- Closer - Joshua Radin
3- I'm Hit - Greg Laswell
4- Grazed Knees - Snow Patrol
5- Hometown Glory - Adele
6- Prodigal - OneRepublic
7- Bless The Broken Road - (cover) Carrie Underwood
8- Naked - Avril Lavigne
9- What If - Jadon Lavik
10- The Way I Loved You - Taylor Swift
11- Fuzzy Blue Lights - Owl City
12- Hope You're Happy - Dashboard Confessional
13- Whole Lotta History - Girls Aloud
14- Rome Wasn't Built In A Day - Morcheeba
15- A Palo Seco - Los Hermanos
16- There's Us - Alexz Johnson
17- Don't Go Away - Oasis
18- I'm Still Breathing - Katy Perry
19- Fake Plastic Trees - Radiohead
20- Hard Sun - Eddie Vedder


Obs.: Se preferir, adicione essa playlist a uma xícara de café ou chá e voilà!


domingo, 18 de outubro de 2009

#QueroPorqueQuero

Preciso desabafar. Sim, de novo, e provavelmente pelos mesmos problemas que eu tanto reclamo.
Quero ter dinheiro. É, quero um emprego, quero ganhar uns trocadinhos pra juntar e poder viajar. Na verdade, o que eu queria mesmo, era poder ter o suficiente pra me mandar daqui e ir fazer faculdade fora. Não que eu não esteja gostando da minha querida federal, mas gente, basta olhar pra mim pra ver que eu não sou desse mundo.
Sou brasileira (e tenho orgulho de ser), amo as praias, o calor do povo brasileiro, a cultura, a comida, o café, as paisagens, e pasmem, até o futebol. Mas sabe quando você sente que não pertence? Pelo menos na situação atual, e pelos últimos 18 anos tem sido assim. E não adianta vir me dizer que eu só sou assim porque não conheço mais que isso. Que eu quero mais do que posso ter, ou que eu supervalorizo a cultura alheia. NÃO É ISSO! Tô cansada de ter que ficar dando satisfação do porquê eu gosto disso, porque eu não quero aquilo. É uma coisa minha. Tá em mim, tá nos meus interesses, nos meus planos, no meu modo de agir e de pensar. Mas, o principal mesmo é uma coisa só: preciso do novo. Preciso mudar. Preciso... fazer alguma coisa que me faça bem. Sei lá, sabe quando você sente que tá faltando? Pois bem. Está.

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Quando eu tinha uns 9 anos, eu li um livro sobre um cachorrinho detetive chamado 'Zero-Zero-Au'. Sim, podem rir, mas eu ADORAVA esse livro. E naquele tempo, eu queria um cachorrinho daquele jeito, um barco, e que minha vida fosse uma aventura que nem aquelas coisas que passavam no praticamente extinto Discovery Kids (quando ainda passava O Fantasma Escritor e etc).

Eu sei que minha vida não vai ser assim... Tô dizendo isso só para puxar um ponto que penso ser interessante. Aos 10, 11 anos, quando a gente começa a fantasiar sobre 'Ah, quero me casar com tantos anos, ter tantos filhos, de nomes tal e tal, e blablabla, ser rica e ser médica'. O que Paula queria? Ser bióloga, ter um barco e um cachorro detetive. Diferente, né? E legal.

É isso que eu quero na minha vida. Diferença. Pronto. Chega.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Maestria




Existe algo completamente intrigante no pôr-do-sol que me fascina de uma maneira incrível. Eu simplesmente adoro acompanhar sua descida majestosa por entre as nuvens.
Me vem um momento de nostalgia quando o dia vira noite, e toda aquela coisa já poética. O céu fica laranja, dourado, em tons de azul quase roxo, com aquele rosinha suave. E muitas vezes a gente nem nota, né? Passa sem nem perceber. Há muitas nuvens, fumaça, ruídos, distrações, prédios, falta de paciência.
Minha dica do dia é: assista ao pôr-do-sol. Tire um tempinho dos seus dias corridos, vá na janela, pare por 5 minutos, e observe. Respire fundo (isso não é aconselhável se você está em uma zona urbana, dessas muito urbanas, como o centro da cidade), relaxe. Depois você pode voltar ao seu corre-corre, seus cursinhos, faculdade, estudos, trabalhos, enfim. É libertador e vem com um sentimento de paz inteiramente grátis.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Memórias ecológicas da minha infância

Não consigo me lembrar exatamente se estávamos no Jardim II ou se foi antes disso, só sei que aquele dia me marcou. Eu tinha o quê? 6 anos, no máximo, mas me lembro de praticamente todos os detalhes do acontecimento.
Como sempre, a gente brincava no parque pequeno na hora do recreio. Naquela época tudo parecia tão grande, que pular de cima da casinha para a areia era uma aventura incrível.
De repente, aquele aglomerado de criancinhas em cima da casinha principal. E lá vem alguém me chamar, como se eu fosse a única pessoa que conseguisse resolver a situação.
Acontece que no alto da casinha, preso com o pescoço entre os pedaços da madeira amarela do 'telhado', tinha um passarinho. Ele já estava morto, não havia nada que eu pudesse fazer, mas mesmo assim, todos os coleguinhas agiam como se eu fosse a médica dos animais, e pudesse salvar aquela criaturinha. Eu aproveitei o espaço que me deram, peguei o pobre passarinho em minhas mãos, e coloquei dentro de um pote de margarina. E assim, nós fizemos do recreio inocente, o velório do bichinho. Com direito a cerimônia de enterro e tudo mais. Foi realmente emocionante, devo dizer. Eu nunca esqueci aquele dia.
Eu também já criei lagartas. Sim, lagartas, dessas que viram borboletas. Peguei no jardim de casa, e coloquei num potinho desses de comida de bebê. E fiquei dando folhas, e eu tirava elas do potinho pra brincar em cima da mesa do semi-internato. A maioria das pessoas tinha nojo, mas eu não. Elas tinham até nome, só que disso eu não me recordo. Passei um tempo com elas, até que um dia eu não conseguia mais achá-las. Tinham virado casulo, e em pouco tempo, duas mariposas charmosinhas. Soltei, e elas devem ter sido felizes para sempre!
"semi-adotei" um gato de rua. Ele apareceu lá em casa, mas minha mãe não podia saber, então eu e meu primo escondemos ele no quintal. Mas minha mãe descobriu. Isso foi em 1998, época de copa do mundo. O nome do gato era Ronaldo.
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Eu era mesmo metida a intelectual da natureza, desde pequena. Eu lembro de andar por aí segurando livros de biologia, ensinando as pessoas a determinar as idades das árvores, ou dando nomes das éspecies de animais. Eu sempre pensei que fosse ser bióloga. Ou veterinária, algo do tipo. E são mesmo coisas que me interessam. Mas não as vejo mais como ofício. Consigo me divertir, me preocupar, e ter a consciência que muitas outras pessoas deveriam ter. Como Publicitária, prometo levar essa conscientização às pessoas, fazendo-as acreditar que é possível mudar! Votem em mim! Há!


P.S.: Ontem (15/10), eu lembrei de outra coisa 'ecologicamente bonitinha' que me aconteceu quando pequena. Um passarinho caiu no jardim da minha casa com a asa meio ruinzinha. Não conseguia voar direito, e tava com fome. Eu acolhi a avezinha linda, dei comida e abrigo, até ela conseguir voar de novo. Agora vem a parte meio bizarra da coisa, haha. Quando ela tava melhor, eu pintei uma das patinhas dela com tinta guache azul, e chamei de 'Azulzinho'. E toda vez que eu visse aquela rolinha de perninha azul por aí, eu saberia que era ela. Nunca mais eu vi a criatura. Hahaha

domingo, 27 de setembro de 2009

Aquele segundo post do mês

Pela falta de atualizações, o post de hoje talvez fique longo, talvez não. Vou escrevendo pra ver no que vai dar.
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Aos que não sabem, hoje (27. Ontem?) é o meu aniversário (simbólico). Minha querida amiga-gêmea Carliane completa 19 aninhos de vida, com corpinho de 17 e mentalidade de 5 (Haha, brinquei!). Esse é o nosso segundo aniversário do ano. O primeiro foi dia 7 de Setembro (não me perguntem o motivo, não lembro mesmo. Só sei que a data foi marcada), e agora o próximo só sera dia 7 de Dezembro (meu real aniversário). Aos curiosos, completamos a mesma idade em todas as três datas. Se é coisa de leso? Sim. Mas, né... É o tipo da coisa, a gente mantém a tradição desde mil novecentos e lá vai fumaça, então continuamos comemorando felizes. Saímos pra curtir aquele pagode do Eurobar!


{Quem me conhece sabe que eu adoro pagode. Inclusive, eu acho que minha alma gêmea TEM que ser um clone do Rodriguinho (Travessos, gente!). Se não for negão do cabelo oxigenado, então eu não quero.} -NOOOOT!
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Tá, eu achei que fosse ter muita coisa pra falar, mas percebi que tem muita coisa sem necessidade, então nem mencionarei.
Agora, vou desabafar com quem quer que venha ler isso aqui. Gente, qual é o meu problema? Sério, qual é? Eu tento acreditar que o problema não sou eu, são as pessoas. Senão, se eu for pensar em 'n' formas de me ter como problema, minha auto-estima vai pro beleléu. Aqui em Natal não tem pessoas interessantes. Bem, pelo menos, não vejo pessoas interessantes pra mim. Eu sei que muita gente vai pensar 'Paula, seu gosto é uma merda. Você é muito excêntrica, tem umas coisas que você gosta que puta merda, viu?' Mas gente, é aquela velha história de que 'gosto é que nem cu, cada um tem o seu'. Mas ó, primeiro que eu sou daquelas que acredita que beleza não é tudo, é só tipo assim, metade. E esse quesito não entra em pauta quando se está sob efeitos do álcool (sim, eu tenho histórico!). Só que como essa coisa de beleza é muitíssimo relativa, não adianta nem discutir aqui. Tem que ser bonito pra quem vê, e pronto.
Eu acho que eu tô com defeito. Não vejo gente interessante, que combine comigo e tenha coisas em comum. E quando aparece, e eu começo a pensar 'ó, pode ser' aí pronto. Caga tudo. Você provavelmente vai dizer 'A solução é não pensar, Paula'. Mas se eu disser 'Não pense em um elefante cor-de-rosa', qual é a primeira coisa que lhe vem à cabeça? Pois é! Ou seja, é inútil dizer isso. Mas, enfim, ultimamente não tenho nem com quem imaginar universos paralelos na minha humilde mente fértil, então...
Eu só gostaria de dizer que eu tô precisando de alguém. É meio desesperado comunicar isso publicamente? É, parece meio desesperado mesmo. Mas, que seja. Pelo menos foi no meu blog e não nas páginas de classificados da Tribuna do Norte.
Eu preciso de um carinho mais que amigo, uma companhia compatível, alguém que me entenda (ou que pelo menos tente), e que goste de mim do jeito que eu sou. Poxa, isso é pedir demais? É pedir demais querer tomar um café com alguém num fim de tarde antes da faculdade? É pedir demais querer ir ver o pôr-do-sol na praia, ou ir ao cinema, ou qualquer coisa 'romantiquinha' que seja? Eu sei, eu SEI. 'Quando você menos esperar, aí aparece!'. Já parou pra pensar quem é que sempre diz esse tipo de coisa? São sempre as pessoas que JÁ ESTÃO comprometidas! Aí é muito simples falar, né. Nem tô criticando não, ai, longe de mim criticar conselho. Até porque né, a verdade é essa mesmo.
Mas qual é, eu vou ter que fazer auto-promoção? Ontem na balada, no espaço onde tinha Twitter, uma amiga colocou: 'Sorteia-se jantar com @paulalaurentino'. Tô esperando minhas replies.
Tá muito apelativo isso aqui. Daqui a pouco vou começar a fazer aquele drama de 'ninguém me ama, ninguém me quer' e aí fode tudo.
Se eu fosse famosa mesmo, ia ter uma fila atrás de mim. Bando de gente interesseira.
Gente, acho que eu nasci pra ser 'Filha do Amor Divino', que tal? Só que eu acho aqueles hábitos muito 'last season'. Usaria uma coisa mais pra frente.
Anyways, é isso. Eu tenho Twitter, tenho MSN, tenho Orkut. Pode procurar aí, [sexy] eu sei que você está morrendo de vontade! [/sexy]



quarta-feira, 9 de setembro de 2009

O que não me pertence mais

Um tempo atrás:

"Odeio essa sensação de ter as mãos atadas em alto mar. É como se eu tivesse caído e estou me deixando afundar, porque luto inutilmente pra chegar à superfície. Remar, impulsionar, se debater. Quanta perda de tempo! Engasgo com a água salgada que me corta a garganta. Em pouco tempo não irei mais respirar, vou afundar por completo e tudo vai ter um fim.
A dor acaba.
Eu não deveria sentir o meu corpo, eu deveria estar inconsciente. De algum modo ainda estou aqui. Completamente anestesiada, mas aqui. Como?
Olho para os pulsos e não vejo as cordas, só leves marcas como queimaduras, que não ardem, e provavelmente vão desaparecer dentro de algum tempo.
Sinto o oxigênio espalhar-se dentro de mim. Sinto um completo alívio, e é isso!"

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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Profilaxia da alma

"A matéria se modifica e se transforma incessantemente. É indispensável preservar os valores espirituais, que são as matrizes para o processamento evolutivo em que te engajas por necessidade imperiosa."

Acredito que a interpretação desse pequeno trecho pode ser meio subjetiva. Muito me interessei ao ler essas poucas palavras, porque achei bonita a explicação do que muita gente entende por 'ser mutável'. A mudança constante a que o ser humano está submetido física e interiormente. Os valores espirituais são tratados como matrizes de processamento evolutivo, e isso me chamou a atenção, porque se você parar pra pensar isso é bem verdade. Os nossos valores fazem de nós quem realmente somos.
Hoje na aula de psicologia (a primeira do semestre) nós fomos tomados por uma série de perguntas em relação ao homem como ser social. Uma determinada hora da discussão, falávamos sobre o homem ser 'corrompido' pelo meio. Se ele nasce puro e se torna influenciado pela sociedade em que convive. E eu pensava: 'Mas isso é muito relativo'. Até porque há várias óticas pelas quais podemos analisar a situação. A influência do ambiente na nossa consciência, de que maneira esse 'corrompimento' vai ocorrer, e se ele vai realmente mudar os tais 'valores espirituais'. O que me levou a pensar que, a matéria pode se modificar e se transformar, mas os valores, diferentes disso, são agregados. Você recebe mais do que modifica. Apesar das opiniões também serem mutáveis, o conhecimento é algo que mais acrescenta do que se transforma num indivíduo. Essas análises parecem tão confusas, mas a gente acaba compreendendo da melhor maneira que conseguimos, no final das contas.
Esse final de semana, eu participei de um Congresso Espírita que aconteceu aqui, lá no Centro de Convenções. Eu nunca fui uma pessoa muito religiosa. Fui criada num ambiente, em tese, Católico, mas nunca fui muito de ir à missa. Na verdade, nunca fomos. Tem gente que vai à missa todo Domingo. Nós não. Apesar de eu ter crescido num Colégio Católico, e ter tido uma certa influência com relação à escolha da minha religião, eu sempre pensei nisso como sendo muito mais pessoal do que aparenta ser. Eu sou curiosa pra descobrir coisas novas, doutrinas diferentes, as mais diversas maneiras de agir. E acredito que é muito melhor pra mim unir qualidades que eu acredito ser condizentes com as minhas ideologias. Aproveitar o que cada uma tem a me oferecer, e em quê isso vai me ajudar a ser uma pessoa melhor.
Não gosto de julgar as pessoas pelas suas crenças. De fato, acho isso muito errado. Não gosto também de impor crenças a ninguém, acho isso mais errado ainda. A palavra que deveria circular e ser refletida na conduta de todo mundo deveria ser respeito. Isso não acontece muito, o que é uma pena.
No mais, só pra esclarecer a quem está lendo esse post (que não tem meio termo, ou tá chato ou tá interessante), eu prefiro pensar como sendo espiritual (não Espírita, cuidado!) ao invés de rotular minhas crenças baseada em qualquer religião. Bom, pelo menos por agora.
Voltando a falar sobre o Congresso, eu achei bem interessante mesmo. O espiritismo é muito aberto a certos pensamentos que, por exemplo, o catolicismo condena. Esse é um dos motivos pelos quais me interessei pelo assunto. Explicações sobre vínculos compensatórios, neurolinguística, mediunidade, e afins. É interessante ver que a ciência está bem mais presente, tanto é que a física quântica explica muita coisa. As vibrações da energia do pensamento, por exemplo, e como ele é capaz de afetar o modo de vida, as ações e os resultados. *SIM, eu assisti a uma palestra sobre física quântica e achei interessante!* Milagres acontecem, pessoal.
Enfim, isso era algo que eu precisava compartilhar. Finalmente senti a necessidade de escrever alguma coisa.
Como diriam os palestrantes ao final de suas palestras: muita paz!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Lá se vão as bolas de feno...


Não, o problema não é minha criatividade. Sabe aqueles dias em que nada acontece? Pois é.


O problema é a falta de vontade. "Paula, vamos sair?" "Paula, vamos ahazar, dançar, quebrar tudo?'' Er, não. Me perguntem o motivo dessa morgação e eu não vou saber dar uma resposta. Acho que são os hormônios, haha. Esse mês não posso culpar a TPM porque ela primeira vez na minha vida eu não tive nada, graças ao remédio milagroso.


Como eu disse, não há muita coisa acontecendo. Nada interessante pra se falar.

Minhas aulas começaram, nossa, que coisa! "Começaram", né... Tem professor tomando posse ainda... E aquela coisa, hoje, por exemplo, eu nem pisei na UFRN. Sem aula de psicologia, e "sem" aula de português.


Já cansei de me perder ali dentro, tem mais nem graça contar. Quando eu tiver de carro de uma vez a história muda. E aí não me perderei no campus sozinha e no escuro.

Resumindo: poderia estar assim, no meu horóscopo: 'Sagitário, bolas de feno passam por sua vida.'


É isso.


sábado, 15 de agosto de 2009

Na mente dele


Faz meia hora que eu chamo ela pra brincar. Já roubei a almofada verde umas quinhentas vezes, só pra fazer ela correr atrás de mim. 'Não pode não, Nicko' - eu tenho que escutar isso várias vezes ao dia. E olha que hoje não peguei nenhuma meia - AINDA. Eu sei que eu já brinquei o dia inteiro, mas é que hoje é sábado, e sábado que eu saiba, é dia de bagunça mesmo.
Agora eu tô deitado aqui no quarto dela, pensando em...meias. Não sei o que me faz ser tão apaixonado por elas, talvez seja aquele gostinho de chulé que lembra o gosto da minha ração. Só sei que é uma delícia correr com uma na boca. Hoje eu só fiz cocô na sala uma vez. E fiquei de castigo por isso. Não vale a pena, mas às vezes eu não me aguento. Só faço rir da cara de Paula quando ela tem que limpar. HÁ! eu rio na cara do perigo, Grr! Daqui a pouco ela vai resolver as coisas colocando aquela fralda idiota que eu usei quando a gente teve que viajar. Aquilo machuca o rabo, sabia?
Perdi a paciência, desisto de roubar as almofadas agora. Quem sabe mais tarde, ou amanhã. Vou morder a bengala da minha bisavó. Tchau-au.

domingo, 9 de agosto de 2009

Nas últimas

Se me pedissem para fazer uma breve retrospectiva das minhas férias, seria algo mais ou menos assim:

1º mês: Dei graças a Deus e a todos os Deuses do Olimpo, todas as forças sobrenaturais, todos os Deuses indígenas de todas as tribos, enfim, agradeci a todas as entidades que supostamente têm alguma influência no meu destino. Tudo por ter passado no vestibular. Eu sei que se eu não tivesse passado na Federal, eu certamente iria para uma faculdade particular - e feliz - se me permitem dizer. Mas isso iria envolver gastos "desnecessários" para os meus pais, e na situação atual de crise financeira, esta não seria a melhor das ideias. Aproveitei que teria tempo livre e coloquei na cabeça: vou aprender a surfar, de uma vez por todas.

2º mês: Continuei com essa meta. Aprender a surfar, digo. Ia a praia quase todo dia, com uma prancha na mão e uma vontade absurda de levar caldos. Voltei machucada várias vezes. Uma vez cortei o dedo na quilha (e eu não sei como, porque eu estava parada), doeu pra caramba. Também cheguei bem perto de um afogamento várias vezes. Ser arrastada pela água até a beira, engolindo quantidades absurdas de água salgada e areia, foi um exemplo disso.

3º mês: Acho que foi por aí que resolvi fazer um curso de Photoshop. Básico, sabe como é. Pra ajudar no começo da faculdade, já que faço (a partir de amanhã, oficialmente) Publicidade e Propaganda. Deveria ter feito Design Gráfico antes, mas aguentar aquela mesma enrolação do Senac num intervalo curto de tempo não me pareceu muito convidativo.

4º, 5º, e 6º mês: Finalmente arranjei aquele emprego que pensei em arranjar desde que vi que precisava fazer algo de futuro no meu tempo livre. Não foi grandes coisa ser professora (quase particular) substituta num curso de inglês. Foi bom, eu digo. Gostei de ver algumas limitações da minha paciência quando trabalho com crianças. E também, foi um primeiro emprego bacana, com o que eu gosto de fazer. Certamente é algo que eu farei novamente, assim que surgir uma oportunidade.

- No geral, entre os "principais acontecimentos" das minhas férias (citados acima), é ÓBVIO que eu: Dormi, dormi, dormi, fiquei acordada até o dia amanhecer; li muitos livros; aluguei alguns filmes, re-assisti muitos outros; fui ao cinema (embora não com a frequencia que eu desejava ter ido); lutei contra a minha obesidade de ocasião (mas acabei me rendendo aos quilinhos a mais); assisti a praticamente quase todos os episódios de Friends reprisados na Warner, fui à algumas festas, tomei alguns (alguns!) porres. Ah, formei uma banda (e não sei, talvez já tenha passado da hora de eu comentar sobre a minha saída dela por aqui, então quem sabe, sabe. Quem não sabe, bom, pois é. Acontece!). No geral, posso dizer que foram bem aproveitadas. Descansei, fui bem feliz, hein?
Agora, amanhã é o dia. Depois de tanto tempo minhas aulas vão começar. E, quer saber? Eu tô doida para que comecem mesmo. Cansei de 'não fazer nada'. Não quero que meus neurônios atrofiem por causa de vagabundagem, haha. Preciso ser desafiada pelo sistema de ensino. Porém, eu estive pensando... agora que não terei mais que lidar com Matemática e afins, não sei como será meu rendimento acadêmico. Ah, fala sério! Eu tava tão acostumada a reclamar e tirar zeros em provas de cálculos, que agora que finalmente me livrei deles, não sei ao certo como me comportar com essa ausência! Vai ser bom, claro! Bom não, vai ser ótimo! E eu não posso mais dizer que 'sou péssima com números e raciocínio envolvendo eles'. Se eu não for boa numa matéria, vou encontrar os meus motivos. Não que eu vá ser ruim nas matérias. Eu pretendo ser uma boa aluna, sim, sim!

~

Ah, eu comecei a arrumar meu closet e minhas gavetas de roupas. Sabe aquela coisa que você deixa pra fazer nos últimos dias? Pois é! Nunca faço, resolvi fazer. Não terminei ainda (leia-se: fiquei com preguiça de começar com as gavetas). O plano era arrumar as roupas por cores nos cabides e coisa e tal. Eis o que eu tenho até agora:


verde, roxo e tons alaranjados. Não ficarão nessa ordem (que eu acho esteticamente feia, nesse caso), mas preferi organizar aos poucos com o que eu tinha em mãos. E, eu preciso muito de roupas novas. Apesar da preguiça que dá, fazer uma 'reciclagem' no armário é bom. Eu tirei um monte de roupa que não uso mais, e vou doar. Fica a dica!

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Grow it BACK!


Meet (once again) Katharine Hope McPhee. Quem me conhece sabe o quanto eu amo essa mulher. Foi instantâneo, o tipo de coisa que não tem explicação. Paula apaixonou-se perdidamente pela voz da garota linda que cantou tão magnificamente 'God Bless The Child' na audição do American Idol em San Francisco.
Que a Katharine (
com 'a', como a Hepburn) é linda é indiscutível! Só que hoje eu venho aqui, meio revoltadamente dizer:

'POR FAVOR, KAT! LOIRA NÃO!'

Eu não gostei, você é muito linda de cabelos castanhos, quando o sol bate e eles ficam meio avermelhados, e fica MUITO lindo, e os cachinhos nas pontas, que dão um ar super natural! É assim que você fica linda e absoluta, amiga! Eu quero que seu cabelo cresça de novo, e fique bem bonito e lindo e maravilhoso como era antes, e aí você vai ver que não precisa ser tão radical. Era pra chamar atenção? Pendura uma melancia quadrada e sem semente no pescoço e vai cantar! Pronto! Não precisa ir de 'bleach blonde'. É tão clichê, Kat! So not you. Faça luzes, que seja! Eu te amo como for, loira, careca, de rastafari, de moicano. Mas não gostei. Não vou mentir. Seja sexy, linda, gostosa, maravilhosa, NATURAL! Isso foi coisa daquele Nick Pepsis idiota drag, num foi? Por favor diga que foi. Porque ele não faz isso no dele? Ah, é mesmo. Ele é careca, não dá! Agora, uma coisa pode me consolar (além do seu cabelo crescer lindo novamente!): O segundo álbum vir ultra mega fodástico. Isso seria ótimo! Aí pronto, você aparece bem muito e enjoa logo do cabelo assim, e muda! E Paula ficaria muitíssimo feliz e satisfeita. É idiota dizer que dá vontade de chorar, mas dá! Estou de luto pelo seu cabelo lindo que se foi.
E que dia 6 de Outubro chegue LOGO.


(Olha só! /cryforever de saudades)



(insira aqui o seu bonequinho se matando :D/arma)







sexta-feira, 31 de julho de 2009

Fora de ordem

Respiro fundo, e consigo sentir o cheiro de café, panquecas e burritos queimados no fogão elétrico. Eu sempre queimava meus burritos, porque eu esquecia que eles tavam lá em cima. E demoravam a esquentar, então eu simplesmente deixava lá e esquecia. Depois eu me lembrava, claro, quando o cheiro de queimado denunciava, e era impossível passar despercebido.

Às vezes eu me surpreendo com a nitidez de certas lembranças. Em como eu consigo fechar os olhos e me transportar para os momentos em que eu atravessava o pátio, sentindo o cheiro de grama recém-cortada e tinta fresca do prédio novo. Em como eu conseguia me perder tantas vezes pelo complexo. Eu estava acostumada a caminhar por lugares grandes, então qual era o meu problema?

Eu adorei o fato de ser tudo muito verde. De ter tantas árvores e, dessa vez, me lembrar mesmo do ambiente americano. Me senti confortável, embora não por muito tempo. É incrível como as coisas mudam tão de repente, sem aviso prévio.

Ainda sinto falta de muita coisa. Falta como um grande vazio, como se aquilo fosse meu para sempre, como se eu nunca tivesse saído, como se eu nunca tivesse voltado. É estranho quando tudo parece sonho. Isso não é muito bom. Sempre foi um sonho, até deixar de ser. E muitas vezes, o que eu vejo parece tão irreal, tão perdido. Cadê o concreto? As fotos, objetos, memórias, isso não me basta. Eu preciso sentir que foi de verdade.

Olhei, vi um carro ou dois passando pela estrada de barro. Trucks, o que mais seria? O frio, a chuva, o gelo, o pasto, os bois, as placas de 'pare' solitárias não tinham em quem mandar. Aonde estavam os meus vizinhos? Aonde estavam as pessoas, pelo amor de Deus? Sufoquei.

Não pude evitar que o proibido me parecesse incrível. No momento, eu não vi erro, não vi descuido, não tive preocupações. Não precisava de nada daquilo. Precisava de alguma coisa, qualquer coisa, que me fizesse sentir viva. E assim o fiz.

Como as coisas lá em baixo pareciam as mesmas. Tudo tão pequeno, tão igual. Eu ia gostar? Eu ia odiar? Eu ia o quê exatamente? Chorei ouvindo alguma música. Tirei os fones do ouvido, e enxuguei minhas lágrimas idiotas. Eu não queria chorar, mas eu não tinha ninguém pra me julgar ali. Eu estaria indo pra casa? Ou saindo de casa? Já faz tanto tempo e eu ainda não sei o que dizer.

E eu não posso ficar bêbada? Pfff, me poupem, eu estava saindo do meu suposto inferno. Joguei mesmo, bebi mesmo, dancei mesmo, beijei mesmo. Inventei regras absurdas para acompanhar o duendezinho verde que a gente não podia esquecer de tirar de cima da cerveja. Essa regra idiota me fez beber mais do que deveria. Quem diabos se lembra de tirar um duende antes de beber?

Não sei quando eu vou superar por completo as minhas falhas, que não foram exclusivamente minhas. Se eu me sinto culpada? Sim. Quem sabe o que o meu eu de hoje mudaria? Não é assim tão simples quanto parece. Se isso é trauma? Não, não. É no mínimo um enorme aprendizado.



P.S.: Não há concordância temporal nesse texto. São pensamentos que podem ou não fazer sentido.








segunda-feira, 27 de julho de 2009

Obra nova.

O fim de semana foi de trabalho duro e purificação espiritual. O Encontrão 2009 foi uma coisa linda! Os dois dias tão temidos por nós equipistas, foram incrivelmente bons! Todo mundo fez um trabalho lindo, que se tornou mais lindo ainda pela presença bem participativa dos encontristas. Quero dizer que estou muito orgulhosa de todas as equipes, de todo mundo que trabalhou para que desse tudo certo.
Só quem vive isso sabe a alegria que é. Sabe o sentimento de recompensa que vem depois de tanta coisa, tanto trabalho, tantas preocupações. É incrivelmente 'libertador' ver que tudo deu certo, que o nossa função foi bem feita.
Esse ano foi muito especial. Vou ter a audácia de dizer que foi meu melhor ano, minha melhor equipe. A Animação 2009, a SUPERAÇÃO 2009. Tenho que falar que por mais que eu acreditasse na gente (mas, ó... não foi sempre assim), por mais que eu soubesse que ia sair uma coisa bem legal, eu não imaginava que ia ser TÃO legal. Nada melhor do que se surpreender assim. Estou muitíssimo feliz com tudo que aconteceu, e já estou morrendo de saudades! É em horas assim que você percebe o quanto vale a pena todo o esforço, o trabalho em grupo, a compreensão, união, sinceridade, e tudo que fez de nós um verdadeiro time.
E eu não só me surpreendi com o nosso desempenho. Eu me surpreendi com as pessoas, e eu me surpreendi comigo. Eu nunca fui de julgar ninguém, nunca fui de atribuir conceitos meus a pessoas que não conheço. Mas, isso é coisa do ser humano e, portanto, é algo que não podemos passar sempre sem fazer. São impressões inconscientes, que infelizmente eu tinha de alguém. Também não era assim o fim do mundo, era só um sentimento bobo, egoísta, cego. E eu fui pega desprevenida quando me vi sendo tão ridícula. Coisas que me faziam pensar 'como eu não vi isso antes?'. E até me perguntei o motivo dessa leve implicância, mas isso eu já sabia a resposta. Tudo tão bobo, tão infantil, tão primitivo. Coloquei tudo para fora de mim. Essas coisas não me pertenciam mais. Ainda bem! Me senti mais viva com isso, me senti melhor.

"E quem vai apagar, o selo que há em mim? A marca da promessa que Ele me fez. E quem vai me impedir, se decidido estou? Pois, quem me prometeu É fiél pra cumprir, Yeah! (...)"

"Vem sobre nós como a chuva, faça as águas subirem neste lugar. Libera o teu rio sem medida, vem tuas águas agitar... Porque eu quero nadar, eu quero nadar no teu rio. Eu quero beber, eu quero beber de tuas águas (...)"


"Alfa, Ômega, princípio e fim. Sim, Ele é (Sim, Ele é), Sim, Ele é... Rio do vale, estrela da manhã (...)"

"Não tenhas medo, pois eu estou aqui. É o meu Senhor quem diz, quero guiar os passos teus. Vem, entrega-te então, farei morada no teu coração... E quando anoitecer, cansado eu te encontrar, no silêncio teu, eu irei te consolar... Nos braços meus descansarás, forças te darei... Forças te darei (...)"


"Tu és, o princípio e fim de tudo. Só tu és a fortaleza, rocha inabalável, confio em ti (...)"



PS.: Agora o difícil é tirar essas músicas da cabeça! Hahah! :) Mas não aguento mais cantar 'Faz Um Milagre em Mim" ou "Vontade do Pai"

sábado, 18 de julho de 2009

Na rua, na chuva, no show de Nando Reis

A chuva não deu trégua, e o ingresso estava sendo vendido lá na frente do Imirá por 5 reais. Quão revoltante é isso? A pessoa paga 20, 25, 30 reais e chega lá e encontra a mesma coisa por R$5. Tudo bem, foi tudo culpa do pau d'água que caiu. Bom, não importa. Nem a chuva e nem o preço emergencial do ingresso estragaram a noite. Na verdade, foi muito legal passar o show nos ensopando. O perigo de uma pneumonia nem me assustou, e como sempre foi uma aventura só. Apesar de que eu acho que o show passado foi bem melhor (e eu continuei sem a minha tão sonhada palheta).



Momento 'Senta que lá vem história':

Lá estávamos eu e Feli esperando o show, na beira do palco, quando tivemos a brilhante idéia de saber se aquele ônibus esperando ao lado do palco era o de Nando Reis. Com uma desculpa qualquer, fomos investigar. Feli, muito corajoso, passou as cordas de isolamento e deu a volta pelo ônibus. Voltou, pegou minha mão, e nos aventuramos pelos caminhos em baixo do palco. Tudo muito escuro, cheio de cabos e ferros, e eu estava morrendo de medo de tropeçar nas pessoas que estavam deitadas ali em baixo, e com isso ser descoberta na passagem clandestina. Chegamos ao outro lado, onde ficavam os camarins, e esperamos ansiosamente para que a qualquer momento encontrássemos os famosos infernais.
Enquanto a hora não chegava, eu e Feli conversávamos com o pessoal que havia acabado de se apresentar, tentando parecer tão enturmados quanto eles. Peguei o celular e fingi fazer uma ligação de negócios: 'Sim, estamos resolvendo esse problema do som. Já falei com o pessoal e pedi para providenciar'. 'Quem era?' 'Ninguém, hahaha'. Sim, eu posso até parecer ter problemas mentais, mas valeu pelo riso. Nisso a gente resolve se aproximar mais de uma porta que dava para os fundos do hotel. Infelizmente, fomos pegos por uma mulher não muito gentil, muito menos amigável, que pediu com educação para que nos retirássemos. Grande sacanagem! 'Vocês são da onde?' ela perguntou, e eu travei '...', mas Feli de prontidão falou 'do fã-clube'. E mesmo assim ela nos encaminhou para a saída. Só que ela não percebeu que aquela era a saída do camarote. E então ficamos lá, tentando esconder o fato de estarmos sem a droga da pulseira verde. E fomos mais uma vez descobertos quando um dos seguranças percebeu isso. Eram dois, e depois, como num passe de mágica, chegaram mais uns quatro, e delicadamente nos pediram para sair. Voltar para o 'nosso lado'. Olha, grandesbosta aquele camarote, viu? Fizemos a mesma coisa do 'nosso lado', e a nossa passagem secreta continuou desprotegida. E o show foi ótimo, e a gente se jogou mesmo no meio da multidão. Adorei!


Edited:
Preciso falar que ontem aconteceu uma coisa bem legal, que faz a gente perceber como esse clima está doido MESMO. Natal, Rio Grande do Norte, possuidora de clima quente (porém, não tão quente a ponto de ser desagradável. Bom, pelo menos na maioria das vezes). Enfim, ontem tava tão frio que tava saindo fumacinha da nossa boca. Aquela coisa bem 'fumante discreto', onde a fumaça nem era TÃO evidente, mas ainda assim dava para perceber. Achei legal. (:

quinta-feira, 16 de julho de 2009

The outside

Natal hoje teve um dia de São Paulo. Chuva, friozinho, um trânsito de enlouquecer e quedas de energia. Isso não é muito comum por aqui. Estamos em período de chuvas, mas também não é pra tanto. Ultimamente tem chovido muito, e ainda mais aquelas chuvas acompanhadas de ventos fortes, que balançam as janelas do meu apartamento e faz fazer aquele silvo irritante de casa mal assombrada. Não que eu tenha medo quando fica escuro e assustador e aquele barulho insuportável ecoa na sala. É mais pela agonia que a coisa toda me provoca.
O trânsito estava uma coisa de doido. A Hermes e a Romualdo entupidas de carros e os semáforos apagados.
Confesso que toquei no assunto 'trânsito' somente para dizer que finalmente passei na porcaria do teste do Detran. Finalmente, né... Porque desde Fevereiro que eu frequento a auto-escola, já tava na hora. E ainda, por descuido meu, tive que esperar mais que os 15 dias necessários para o re-teste. Confundi as datas, "ganhei" uma semana. Enfim, passei. Não vou precisar explodir aquilo lá, como eu disse que faria caso algo desse errado.
Hoje também foi meu último dia como professora de inglês lá no What's Up. Recebi meu último salário, e estou feliz com ele. Não é assim 'O' salário, mas vai dar pra viver. Hahaha. Agora estou desempregada. Oh, céus! Alguém poderia, por favor, arrumar alguma coisa que me renda uns trocados no fim do mês? Agradeceria bastante. Esses dias eu até fiz uma entrevista de emprego, para trabalhar na Siciliano do Natal Shopping. Mas, como sempre, alguma coisa tinha que dar errado. Eles precisam de gente justamente no horário mais inconveniente para mim, das 14h às 22h. A faculdade está entre esse horário, não posso fazer nada.
Falando em faculdade, agora eu estou completamente ciente de que falta menos de um mês para minhas aulas começarem. É triste dizer que minhas férias estão chegando ao fim. Eu sei, eu sei. Eu tive mais de 6 meses de pernas pro ar e etc. Não era para eu estar reclamando. E eu nem estou. Só digo que o bem bom está chegando ao fim. Ou não, né? Não vai ser (ainda) a maior correria do mundo. Pelo menos. (Eu só tenho pena dos coleguinhas que começarão aqueles cursos mais agitados. Vide Arquitetura. Vide minha amiga pelada de salto, Maria.)
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Go, Go > Nando Reis, amanhã? Eu super vou. Dessa vez não é possível que eu não consiga a droga da palheta. Eu tinha até música da vez passada, poxa. 'eta, e-eta, Paula quer uma palheta'. Gritar isso (loucamente alucinados) na beira do palco não é para qualquer um. Tarefa especial de Felipi Faria e Paula Laurentino, é claro. Acho que não será tão divertido quanto a vez passada, mas não me importo, vou do mesmo jeito.
E aos que andam me perguntando por onde anda a banda MarihZé, eu respondo: gente, estamos retomando nossas atividades de ensaios e mudança de repertório. Infelizmente, nem tudo são flores no mundo da música, e muito menos no mundo dos relacionamentos. Nem todo mundo é feliz o tempo todo, ou sorri o tempo todo. Eu estava desanimada, sem vontade, sem saco. Preciso confessar que eu estava muito assim. Mas agora, acho que os tempos são outros. Estamos nos reerguendo, em todos os sentidos. Pelo menos agora eu sinto que estamos indo no caminho certo. Aguardem felizes.
Super beijo, e um final de semana bem feliz. (:




EDITED:
Como eu fui esquecer de mencionar que fui assistir Harry Potter e o Enigma do Príncipe? Fazia tempo que isso me deixava ansiosa e feliz. Pois enfim, fui. Eu e Maria, sessão das 15h10 da Quarta-Feira no Cinemark. Existe um vídeo-relato do momento (inclusive com gritos bônus para o trailer de Lua Nova que começou a passar no cinema) que postarei em breve na minha conta do YouTube.
Falando sobre o filme: é bom, é ótimo, é divertidíssimo. Sim, eu gostei muito. Claro que, como toda adaptação, existem (muitas) falhas. Mas eu deixei de me importar com esses detalhes de adaptação desde que me dei conta de que realmente não dá para ser tão fiél quanto nós, fãs, gostaríamos que fosse. Se o principal está lá, então já me dou por satisfeita. Ou quase. Nesse caso, eu fiquei bem satisfeita, porque esse 'corte' de eventos foi facilmente substituído pela diversão. O clima de tensão sexual entre os personagens, o conflito interno de Draco (que eu acho que foi retratado muito bem), as piadinhas. Minhas bochechas ficaram dormentes, eu passei o filme inteiro com um sorriso no rosto. Valeu a pena esperar!



segunda-feira, 13 de julho de 2009

Blood on my hands


Você sabe que está viciado em uma série vampírica quando sonha tomando uma garrafa de sangue. Sintético, mas ainda assim.

True Blood fala sobre a co-existência de vampiros e humanos em "Bon Temps", uma pequena cidade fictícia localizada em Louisiana. A série é focada em Sookie Stackhouse (Anna Paquin), uma garçonete telepata que se apaixona pelo vampiro Bill Compton (Stephen Moyer).
- Wikipédia

Pois é. True Blood é o nome de um sangue sintético inventado pelos japoneses para saciar as necessidades nutricionais dos vampiros, para que eles não precisem se alimentar de humanos. E eles existem em vários sabores de tipos sanguíneos. O que eu tomei no meu sonho era 'B -' Hahaha
Isso me lembra que eu estou lendo 'Amanhecer' a passos de tartaruga. Praticamente um sexo tântrico com o livro. É para demorar um pouco mais, sem muita agonia, sem sentir pressa. Apesar disso, não faz nem muito tempo que comecei e já estou no ápice da história, no último livro de Bella, rumo ao desfecho. Tenho certeza que Stephenie Meyer tomou umas drogas muito loucas antes de fazer esse livro. Mas tenho que dizer que é um dos melhores. Sem muita frescurinha melodramática entre Edward e Bella. Eu gosto assim.





Blood On My Hands - The Used